Amigos de Leilanina

19 de julho de 2019

5 razões para não bater em seu filho

       

Às vezes sou questionada do porque não devemos bater nas crianças.  Entendo que em muitos momentos a criança parece entender que a força física pode controlar aquele comportamento inadequado e parece que ela para, mas vamos fazer assim, depois de ler as 5 razoes para não bater, avaliamos juntos se vale a pena ao não o que acham?

1.Controle pela palmada.

Uma criança cujo comportamento é controlado por palmada é provável que continue este modo de interação em outros relacionamentos com irmãos e colegas, e, eventualmente, um cônjuge e filhos. Vale lembrar que uma palmada ocasional no fundo não vai incomodá-lo. Mas algumas crianças sentem tanto que não dá nem para racionalizar, que uma palmada faz bem. O castigo físico pode até parecer certo para quem está com raiva do comportamento da criança ou adolescente, mas se os pais querem ensinar sobre TOLERÂNCIA e RESPEITO, bater sabota esse ensinamento. 

Agressão verbal: Tudo o que dizemos sobre o castigo físico diz respeito à punição emocional e verbal também. Bronca e xingamentos podem realmente prejudicar uma criança psicologicamente. O abuso emocional pode ser muito sutil e até mesmo hipócrita do que os pais imaginam, a ameaça por exemplo, ao ameaçar uma criança pode por exemplo tocar em seu pior medo: o abandono. (“se você não se comportar, vou embora") Muitas vezes, ameaças de abandono estão implícitas dando à criança a mensagem de que você não pode suportar estar com ela (por deixá-la saber que você está retirando seu amor, recusando-se a falar com ela ou dizendo que irá embora ou dizendo que você não gosta dela, se ela continua a desagradar a você). Cicatrizes na mente pode durar mais tempo do que cicatrizes no corpo.

2. Bater desvaloriza a CRIANÇA.

A autoestima da criança começa com a forma como ele percebe que outros a veem - especialmente seus pais – percebo que alguns pais se confundem em suas formas de agirem. Os pais passam muito tempo construindo no bebê a sensação de que estão sendo valorizados, ajudando a criança sentir-se "bem". Em seguida, a criança quebra um copo, e uma palmada logo aparece, e ele se sente, "eu devo ser ruim."
Nem mesmo um abraço depois da palmada não remove da criança aquela mensagem, e verdade algumas crianças superam esses momentos, mas outras vão perdendo-se neste mundo confuso de agressão e carinho. E é provável que ela se sinta abatida por mais tempo do que a boa sensação do abraço. Já vi criança que em um pedido de misericórdia ou por alivio da culpa, se colocam na situação de abraçar ou dizer que amam os pais - "Se eu abraçá-lo, papai vai parar de me bater." Quando a palmada frequente, uma mensagem é levado para a criança: "Você é fraco e indefeso."

ESTAPEAR-MÃOS

Como é tentador um tapinha nas mãos das crianças! Muitos pais fazem sem pensar, mas considerar as consequências para isso também é importante. Maria Montessori, uma das primeiras adversárias do “batendo nas mãos das crianças”, acreditava que as mãos das crianças funcionam como ferramentas para explorar, uma extensão da curiosidade natural da criança. Bater nas mãos envia uma poderosa mensagem negativa, de que não podem explorar e explorar significar descobrir a capacidade das coisas e qual é o papel delas no mundo. Melhor separar a criança do objeto ou supervisionar a sua exploração e deixar as mãos pequenas ileso.

3. Bater desvaloriza os PAIS.

Os pais que batem nos filhos de forma a punir seus filhos muitas vezes sentem-se desvalorizadas porque no fundo eles não me sinto bem sobre o seu modo de disciplina. Muitas vezes, eles batem (ou gritam) em desespero, porque eles não sabem mais o que fazer, mas depois se sentem mais impotentes quando descobrem que não funcionou todo o estresse. Bater também desvaloriza o papel de um pai. Ser uma figura de autoridade significa que você é confiável e respeitado, mas não temido.  A autoridade não pode estar baseada no medo. Os pais ou outros cuidadores que repetidamente usam surras para controlar as crianças entram em uma situação de perda. Não só a criança perder o respeito para os pais, mas os pais também perder, porque eles desenvolvem uma mentalidade fixa e não percebem alternativas a palmada.  Bater desvaloriza a relação pai-filho. O castigo corporal coloca uma distância entre o pai e a criança. 

4. Bater pode levar a abusos.

Punição se agrava. Uma vez que você começar a punir uma criança "um pouco", onde você parar? Uma criança pega um copo proibido. Você bate a mão como um lembrete para não tocar. Ele chega novamente, você bate mais forte na mão. Sinto que para alguns pais é como se eles tivessem começado um jogo ninguém pode vencê-los.  O perigo de começar o castigo corporal em primeiro lugar é que você pode sentir que você tem que trazer cada vez mais força ao tentar a criança obedecer, isso é perigoso, porque um dia os pais podem erra a mão e não conseguir para ocasionando o que chamamos de espancamentos.

5. Bater não melhora COMPORTAMENTO.

Muitas vezes ouvimos os pais dizendo: "Quanto mais batemos, mais ele se comporta mal." Então por que bater torna o comportamento de uma criança pior? Aqui está o porquê. Lembre-se a base para a promoção de comportamentos desejáveis: A criança que se sente bem age certo. Apanhando prejudicará este princípio.  Queremos que a criança saiba que o ele fez é errado, e sentir remorso, pode mostrar o aprendizado, mas ainda acredito que bater muda o comportamento, isso apenas oprime os sentimentos. E nós queremos crianças feliz capazes de reconhecer seus erros pelo princípio do amor, certo?

Centenas de estudos vêm às mesmas conclusões:

Quanto mais duro for castigo que uma criança recebe, mais agressivo ele ou ela se tornará. 
Quanto mais as crianças são espancadas, o mais provável é que eles vão ser abusivo em relação a seus próprios filhos. Nesse processo de criar nossos próprios filhos, podemos concluir que uma palmada dói sim e que há outras opções de ajuda-los a perceberem que nem sempre vamos deixá-los farem o que querem com suas vidinhas. E é isso que vai fazer de nos melhores mães e pais, acharem opções como o diálogo constante com as crianças, para torna-las bem comportadas.





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