Jeito de Mato

By Leila Maria - maio 02, 2014




De onde é que vem esses olhos tão tristes?
Vem da campina onde o sol se deita.
Do regalo de terra que teu dorso ajeita.
E dorme serena, no sereno e sonha.

De onde é que salta essa voz tão risonha?
Da chuva que teima, mas o céu rejeita.
Do mato, do medo, da perda tristonha.
Mas, que o sol resgata, arde e deleita.

Há uma estrada de pedra que passa na fazenda.
É teu destino, a tua senda onde nascem tuas canções.
As tempestades do tempo que marcam tua história,
Fogo que queima na memória e acende os corações.

Sim, dos teus pés na terra nascem flores.
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar.
Sim, dos teus olhos saem cachoeiras.
Sete lagoas, mel e brincadeiras.
Espumas, ondas, águas do teu mar...

ê laiá...

Há uma estrada de pedra que passa na fazenda.
É teu destino, tua senda onde nascem tuas canções.
As tempestades do tempo que marcam tua história,
Fogo que queima na memória e acende os corações.

Sim, dos teus pés na terra nascem flores.
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar.
Sim, dos teus olhos saem cachoeiras.
Sete lagoas, mel e brincadeiras.
Espumas, ondas, águas do teu mar...

ê laiá....

De onde é que vem esses olhos tão tristes?
(De onde é que vem esses olhos tão tristes?)
Vem da campina onde o sol se deita
De onde é que salta essa voz tão risonha?
(De onde é que salta essa voz tão risonha?)
E dorme serena, no sereno e sonha.
(De onde é que vem esses olhos tão tristes?)
Dorme sereno e sonha 



                                  Almir Sater


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